“A arte feita com as mãos é como a vida, que precisa ser construída e moldada a cada segundo” Monique Vidal 

Que maravilhoso realizar junto com a Monique uma linda oficina de confecção de cadernos com colagem de tecidos para comemorar o mês das mães! E o melhor, junto com as mamães do Hospital das Clínicas! Este lugar que já nos trouxe ricas experiências que nos marcaram para sempre.  

E poder descobrir que:  

Um laço de fita faz toda a diferença para alegrar a vida. 

Escolher a cor, cortar, colar, decorar… construindo-se através da arte, pois para a arte não há cor, credo, e idade, há somente coração, amor e amizade. 

E ao final, cada mãe com seu caderno, um sorriso nos lábios, olhos brilhantes, escrevendo suas histórias! 

Mães de bem com a vida, crianças mais alegres!

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O que é a jornada então? É o engajamento sincero, o envolvimento verdadeiro, a entrega ao instante. Estar ali, não só estar ali, é estar inteiro. [Posto aqui uma cena do filme O Poder além da vida, que ilustra muito bem esse tema!] Clique e acesse o vídeo

Que interessante matéria sobre gentileza e ternura!

Imagem – UOL Notícias Trago matéria muito interessante, publicada no site do Tibet House Brazil (Centro do Patrimônio Cultural e Espiritual Tibetano), com o resultado de trabalhos e estudos sobre o cérebro realizados pelo PhD Richard Davidson, professor de psicologia e psiquiatria e pesquisador na área de neurociência afetiva. Ele é enfático sobre os benefícios (para o […]

via Cientista afirma que “A base de um cérebro saudável é a bondade, e pode-se treinar isso” — O Bem Viver

Hai Kai

 

Risos, risinhos e risadas_

As madrinhas disputam o espelho

A noiva se contempla no vestido.

 

 Votos de que a alegria dos dias de sonhos permaneça por todas as manhãs, entardeceres e noites de um projeto de dois, de olhares em um mesmo horizonte!

Para as noivas de maio,

Beijo da Ana 

Silêncio

Hoje é o dia do Silêncio! Vamos dedicar alguns minutos para simplesmente estar em silêncio! O silêncio faz bem!

Flor da Consciência | by Ana Terra Oliveira

Silêncio é recolhimento, guardar-se no interior, ficando inteiramente com o profundo, o primordial, a força essencial. 

Em energia única, pura, incorruptível, inabalável, de sabedoria e graça infinita.

O silêncio é expansão, estar em companhia, em cumplicidade, em amizade, em amor, em doação. Potência pulsante.

Silêncio é mistério.

O silêncio é a meta, o silêncio é o caminho, o silêncio é o caminhar, o silêncio é a chegada, é passagem, é morada. 

O silêncio é a casa, é janela, é porta, é quem ali mora.

O silêncio é viagem, bagagem, destino, é a pluma em curso suave.

O silêncio é olhar, é gesto, é o expressar que vem do lugar mais genuíno.

O silêncio proporciona olhar correto, gesto apurado, expressar sagrado. 

 Ir adentrando o silêncio, camada por camada, como um mergulho no mar sem fundo, de fundo transcendente a toda matéria, de fundo suave, ligado a outra esfera, esfera de consciência onde mora…

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O Casamento

O que é o casamento senão o compartilhamento da vida de um?

O que é o casamento senão o mistério do encontro?

O que é o casamento senão as noites de conversas instigantes, as tardes de planos de esperanças, e as manhãs de projetos redivivos?

O que é o casamento senão os olhares para um mesmo horizonte?

As mãos unidas, companheiras de jornada.

Os pés em pegadas, levando seus rastros, deixando suas marcas, até os confins do tempo.

Os corações pulsando, em batidas rítmicas, entoando a melodia da alegria, a melodia da vida.

O que é o casamento senão o desfrutar das estações?

Conhecendo suas nuâncias, desvendando seus segredos, aprendendo de suas sábias transformações, abandonando as velhas cascas, revelando folhas novas, descobrindo mananciais da purificação, comemorando com as tonalidades das vésperas, com as flores que ainda estão por vir, que deixam mensagens sagradas da Divina Conexão, simplesmente.

O que é o casamento, então, que navegando em águas diversas encontra sítio a aportar, trazendo consigo, as belezas das profundezas do mar?

 O casamento se consuma no dia em que te vi, no dia em que te vejo, e no dia que virei a ver-te, sempre, mais inteiro, mais coerente, mais singelo, no som e no silêncio, na calmaria, e no movimento.

O casamento também se consuma na cerimônia, é a demonstração de carinho de nossos irmãos, que preparam nossa mesa, para nosso banquete. São as mil flores postas em reverência. Perfumam, embelezam, colorem, trazem brilhos invisíveis e nos abençoam.

O casamento é então a presença se fazendo presente. Casar é agradecer a cada segundo que se fez presente e que nos trouxe aqui hoje. Estamos aqui, porque assim foi nos anteriores dias de nossas buscas, de nossas lutas, de nossos festejos, de nossas ânsias. E no hoje selamos e confirmamos votos de unidade, amizade, respeito, cumplicidade, alegrias, felicidade. É aí que aspiramos dias triunfantes. 

O casamento contém em si toda a história de dois Seres que juntos se criam em um.

O casamento traz em si o primeiro sorriso de dois, e com dois o segundo encontro, o terceiro dia de trabalho, o quarto momento de conquistas, o quinto instante de carinho, a sexta palavra dita como chamamento de atenção, a sétima caída na estrada, a oitava mão estendida, a nona lágrima de dor, a décima mirada da compreensão, e assim sucessivamente, e ciclicamente… caminhando…em frente, rumo ao Sol Maior.

O casamento é então o dia cujas horas já se foram, ainda são, e por ventura virão. O casamento se constrói, reconstrói, se faz a cada rearranjo de horas que não cessam, pois objetivam metas Supremas.

É aí que o seguir dos passos mostram caminhos percorridos, paisagens encontradas, conquistas feitas e lutas vencidas.

O casamento é também os dias difíceis, as horas que parecem não passar, dores que mergulham fundo no peito a procura de respiro verdadeiro. É aí o momento da virada. Seguir ou seguir. Em mãos amigas, ou mãos unidas. Mas seguir, a jornada não acaba. Nunca acabará. Há sempre novas paisagens a colorir a estrada, há sempre lutas a vencer, há sempre o que aprender, e há sempre dois a se unirem.  Dois se unem todos os dias, pois este é o propósito. Crescer, expandir… se unir e em grande família estamos todos nós, bilhões de seres, casando nossos sentimentos de viver sonhos comuns. 

Que estes sonhos não se percam no caminhos, que estes sonhos se transformem em carinho, que estes sonhos se façam e se renovem sempre em votos de amor. 

Com carinho, para todas as pessoas que se casam, casam sonhos, casam amizades, casam projetos, casam missões, casam amor ao próximo. 

Ana Terra Oliveira

Fotografia Poética

Entre galhos e folhas, os pés deslizam os sapatos em pedregulhos. Fragmentos de rochas rolando em despenhadeiro. Olhos de águas brotando em filetes. Águas se ajuntam em fileiras. Dançam embaladas pelo vento. Correm gota a gota de mãos dadas. Cresce o espelho d’água entre verde, campos rupestres, árvores retorcidas, pássaros singelos a piar, ruídos ao longe. Espelho refletindo um céu azul, com nuvens algodoando em branco, fofas, macias, mantos que cobrem luzes, que seguem a perfurar com raios brilhantes trazendo as 12 horas do dia. Neste estado de maravilhas, a natureza é dona do espetáculo, é anfitriã daqueles que visitam suas paragens. Logo, a contemplar o silêncio, a respirar enchendo os pulmões de vida. Em um instante de pura alegria e bem-aventurança linda flor precipita em águas. Deixando-se guiar, sem se perder, vive no agora um encontro de cores, transparência e luz. E eu ali, com sorriso resplandecente colho a experiência de desfrutar dos segundos do presente. Presente foi sentir paz! Sublime, deixar passar, seguir o caminho e levar comigo forte e doce impressão.
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