Sobre a página

Por Ana Terra Araújo de Oliveira

Esta página tem como objetivo fomentar o autodesenvolvimento, o florescer da consciência, a busca por integridade do Ser a partir da apreciação de conhecimentos relevantes e de boas inspirações, do olhar poético para a vida; e por meio do ato transformador no exercício da arte, em suas diversas expressões.

Aqui: saúde, beleza, conhecimento, autodesenvolvimento, crescimento, encontro interior, SER por INTEIRO, respirando vida, florescendo consciência, inspirando caminhos, expirando amor. Com simplicidade! 

Esta página é cúmplice da unidade. Unidade da pessoa, unidade dos sonhos, unidade que sempre pode reunir, agregar, sempre mais a cada passo. Oferece, constrói, aprende junto! Nos caminhos de amadurecimento do Ser Inteiro, esta página traz reflexões por meio da palavra escrita, fomenta o autodesenvolvimento através da arte, do contato com a natureza, do maravilhamento diante das possibilidades de vida, e do olhar poético, colhendo a Poesia Maior da existência, presente em tudo.

Boas ideias e boas ações conduzem a uma boa vida. Se é útil dizer algo, então, que esta página te seja útil. Aproveita! Que tu encontres aqui boas inspirações para potencializar antigas e sábias atitudes e empreender novas ações de Bem. Que encontres aqui correspondências a teu coração, sentindo no ritmo da alma. Que encontres aqui motivos para direcionar tua força, para realizar caminhos reais, com a leveza das brisas, a beleza das flores, e com a clareza da consciência.

Na simplicidade do tempo, a vida dança, como borboleta, que o sol ilumina sem motivos. Sorrir sem motivos, serenar sem motivos, pelo único motivo de ser feliz, simplesmente. É descobrir-se a bailar alegremente, satisfeito com a presença de estar consigo. Sendo parte de um Todo, como bailam juntos os coloridos corais, no azul do movimento das águas: para um lado, para o outro, revelando. Só o movimento revela. Uma parte, depois a outra face e assim segue a dança, levando embora, trazendo o novo, sempre diferente, na mu-dança do caleidoscópio infinito. Quem constrói a própria sorte, não está entregue à sorte, não é folha sem norte. São olhos que miram o céu, poesia que se vivifica em elevados sentidos de um eu maior.

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